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O primeiro passo para curar uma depressão é admitir que existe um problema. Se já admitiu, uma parte do caminho já está feito. O segundo passo é procurar um (bom) psicólogo. Sozinha será muito mais difícil conseguir melhoras!
O primeiro é bastante dificil. Há pouco procurei ajuda e encontrei-a na net. Como sou reservada procurei um psicologo e estou a fazer consultas pelo msn. Gostava de conhecer outras pessoas que fazem terapia online. O meu psicólogo chama-se Ricardo Campos e tem o site e-psicologia.net.
Alguém o conhece ou pode dar referencias?
Posso dizer que me encontro numa situação em que, a uma depressão já existente se veio somar outra derivada de factos diversos.
O primeiro estado depressivo originou-se com as dificuldades que me surgiram no curso universitário que escolhi há uns anos atrás. Enveredei, após muita ponderação derivada de alguma indecisão, por Direito. Desde o início que me deparei com muitas matérias, as quais se me revelaram ser de apreensão e de compreensão difíceis. O facto de ter entrado na 2ª fase dos concursos de acesso ao ensino superior, em Novembro e já com o semestre "a meio", também pode não ter ajudado no 1º contacto com o curso. Após muitas vezes ter "batalhado" para ter um mísero 10 ou 11 na pauta, cheguei a 1 ponto no qual fiquei "retido" 3 anos consecutivos no mesmo ano. As reprovações sucederam-se e as cadeiras (do 3º ano do curso)pareciam ser brutalmente mais difíceis que as que tinha tido até então. A situação acabou por levar a melhor sobre mim e acabei por desanimar, apesar de nunca ter chegado ao ponto de deixar de ir ás aulas (por descargo de consciência e derivado de consciência pesada, recusei-me a fazê-lo), mas o que é certo é que o próprio acto de estar na faculdade e ver todos os dias rostos de gente que ´já me tinha passado à frente no curso e que já estava prestes a licenciar-se me causava um desconforto e um mal-estar enormes. Entretanto, travei conhecimento com uma pessoa do curso, a qual também passava pelas mesmas dificuldades que eu e que também estava na mesma situação. Isso acabou, apesar da frustração que sentia, por amenizar o desconforto. Tornou-se uma das poucas pessoas da faculdade com as quais desnvolvi 1 verdadeira relação de amizade. Ao mesmo tempo, derivado de tudo isto, qualquer tarefa, mesmo que extra-estudos, parecia ser 1 obstáculo, como foi o acto de tirar a carta de condução. Aí sim, convencido de que as aulas de código interferiam com os meus estudos, acabei, erradamente, por deixar de as frequentar. Ao mesmo tempo, a própria convivência diária com amigos meus que já se tinham licenciado ou que já conduziam há muito tempo não me fazia sentir melhor. Vieram os típicos complexos de culpa e de falta de valor próprio. As únicas pessoas com quem desabafava eram os meus pais, os quais me encorajavam a não desistir. Só a falta de coragem, com medo de enveredar por outro curso o qual acabaria por não gostar, me impediu de mudar de curso. As idas ao ginásio também não levantavam muito a moral. Mas não deixei de lá ir.
Tudo andou neste ritmo de marasmo até um dia em que, de repente, comecei a passar ás cadeiras que já andava há muito a tentar fazer, voltei a ir ás aulas de código, consegui conciliar as duas coisas, e, no final do ano lectivo, tinha passado no exame de código e tinha transitado para o 4º, e último, ano do curso. Poucos meses depois, em Setembro, passava no exame de condução. Senti 1 alegria que já não sentia há muito, a auto-confiança tinha voltado, sentia-me capaz de vencer e seguir em frente com a minha vida. Eram dias incríveis, contudo, fazia tudo para gerir a euforia e ser prudente, para não me deixar cair no pólo oposto.
Lembrava-me todos os dias dos maus momentos pelos quais tinha passado, na esperança de não voltar a cair em tal estado.
Contudo, no final desse ano, por alturas do Natal, o meu pai, por necessidades laborais, sob pena de se ver obrigado a encerrar actividade (devido ao facto de todas as outras funcionárias que estiveram à experiência não se terem mostrado particluarmente aptas para o serviço requerido, algo que EU, que também colaboro com o meu pai, testemunhei na primeira pessoa ), viu-se obrigado a readmitir uma antiga funcionária ao serviço, com a qual a minha mãe tem uma grande incompatibilidade pessoal, fruto de mal-entendidos no passado.
Desde o momento que soube da sua readmissão, a minha mãe tem feito uma autêntica "guerra civil" junto do meu pai para a expulsar de lá, desde acusações (falsas) de adultério, a crises de choro e de berros quando está sozinha connosco ou só com o mau pai em casa, onde acusa o meu pai de coisas falsas, elaborando histórias e situações que não são verdadeiras. Tudo isto originou um péssimo ambiente em casa, com um mal-estar indisfarçável, que nos começou a afectar a todos. Com a agravante de estar a viver connosco 1 prima paterna minha (que estuda no Porto durante a semana), a qual também se começou a aperceber de que algo não estava bem, correndo o risco de ir para junto da família do meu pai contar coisas falsas. A situação começou a deteriorar-se, chegando ao ponto de a minha mãe deixar de falar com o meu pai, com o gravame de ter começado a desabafar com a minha avó materna (da qual é enteada), uma pessoa que possui um passado de distúrbios do foro psiquiátrico. Essa pessoa, que já é de idade, tinha vindo, já desde muito tempo atrás, a ter um comportamento normal, fruto de medicação que lhe tinha sido receitada. Contudo, o facto de a minha mãe lhe ter começado a envolvê-la nos seus problemas, contando-lhe a "sua" versão do problema, levou a minha avó a progressivamente piorar, acabando por ter deixado de tomar medicação com o tempo. O primeiro sinal que testemunhei de que tudo estava mal foi precisamente na véspera de Natal de há 2 anos atrás, onde, por tradição, vamos passar à terra do meu pai, junto da sua família e da minha avó paterna. A minha mãe recusou-se a sair de casa, acabando por sair relutantemente sob insistência da minha avó materna (já que ignorou os apelos do meu pai e de mim). Escusado será dizer que as Festas ficaram completamente estragadas. Ainda hoje é-me muito doloroso relembrar tal dia. Contudo, o pior ainda estaria para vir...
Após as Festas, o início do ano deu-se com discussões diárias que eu, por estar nessa altura por casa para me preparar para os exames de Janeiro, assisti de forma impotente. Cheguei a ver o meu pai em lágrimas, algo que nunca tinha visto, nem quando o meu avô faleceu. As minhas intervenções conciliatórias revelaram-se infrutíferas, as tentativas de chamar a minha mãe à razão esbarravam na sua teimosia, e, muitas vezes, por falta de argumentos, esta refugiava-se em auto-vitimizações, afirmando (tal como o faz até ao dia de hoje) de que está sozinha, que é uma injustiçada, não me poupando por defender o meu pai. O meu pai, que já teve um enfarte há cerca de 20 anos, tem um historial de problemas cardíacos e não aguentou esta situação, acabando por se ter sentido mal um dia à saída do emprego, tendo sido hospitalizado. Felizmente, acabou por ser um susto, e pensei sinceramente de que isto teria sido um ponto final em tamanha irracionalidade. Na mesma noite em que o meu pai foi internado, e desesperado com toda a situação, vi-me obrigado a contar ao meu tio, irmão da minha mãe, tudo o que tinha acontecido até então (estávamos em Março de 2009), na esperança de que este pudesse interceder junto da minha mãe. Este falou com a minha mãe, mas fiquei com a impressão de que não se inteirou da verdadeira extensão e gravidade do problema, tomando isto tudo de forma muito ligeira, e não constatando o progressivo estado depressivo e beligerante da minha mãe. Devo acrescentar que a minha mãe tem o meu tio em grande estima, desde a morte da mãe biológica de ambos durante a infância da minha mãe, algo que a minha mãe considera um aonctecimento traumatizante na sua vida, mas que não pode justificar tudo...
Após ter estado hospitalizado, o meu pai consultou, juntamente com a minha mãe, um advogado amigo da família, no sentido de se saber quais as formas de se proceder ao despedimento da funcionária em questão. Este expôs à minha mãe as complicações e os entraves legais existentes actualmente na lei laboral a tal acção, a qual só faria sentido a coberto de justa causa, e sob a condição da extinção do posto de trabalho, o que, sendo a funcionária a única TOC naquela firma de contabilidade, não faria sentido.
A minha mãe não se conformou com a situação e, num acto deplorável, começou a fazer chamadas telefónicas para o local de trabalho na ausência do meu pai, informando os outros funcionários do carácter indesejável da funcionária em questão. Acabei por surpreender a minha mãe a fazer uma dessas chamadas numa manhã antes de sair de casa, sendo que fez mais chamadas a partir de casa da minha avó materna (que é adjacente à nossa), e, pelo que se veio a descobrir através do reencaminhamento de uma chamada, de casa de um vizinho.
Foi um funcionário que informou o meu pai do sucedido.
O sucedido acabou por se saber, creio eu, por todo o centro comercial onde o estabelecimento funciona, acabando o bom nome do meu pai, pessoal e profissionalmente, por ficar seriamente em risco de difamações e mentiras, inclusive perante os seus próprios funcionários.
Entretanto, a minha mãe começou a frequentar, juntamente com o meu tio e a sua mulher, palestras semanais de um centro espírita (algo que eu, enquanto não-religioso, não aconselharia nada, a não ser que trouxesse reais melhorias para a pessoa). Tais idas nunca pareceram, desde o início, surtir qualquer efeito positivo, pois houve alturas em que a minha mãe chegou a casa quase que ainda mais conflituosa do que antes. Foi aí que comecei a suspeitar de que poderia haver alguém por detrás disto tudo, em busca de um qualquer beneficio, a envenenar e a tentar destruir uma família...o que, adicionando a relatos por parte da minha mãe de pessoas (as quais ela se recusa a identificar) que, num passado recente, a informaram de coisas a respeito da funcionária em questão, coisas essas que não correspondem à verdade.
O ambiente permanceu assim, alternando períodos de acalmia podre com períodos mais conturbados, até que o meu pai voltou a ser hospitalizado em Janeiro deste ano, queixando-se de dores estomacais, derivadas do "stress", o que, devido já ao seu historial cardíaco, se optou por tê-lo internado uns dias por precaução. Foi nessa altura que a minha avó materna começou a adoptar um comportamento tresloucado, por ter deixado de tomar medicação, derivado da sua situação mental se ter deteriorado devido a toda a situação descrita acima. Mostrou um comportamento especialmente agressivo para com a minha mãe, não deixando sequer que esta cuidasse dela, e trancando-se dentro de casa, com medo de ser internada para tratamento. Eventualmente, esta acabou por se acalmar, mas tal ocorrência levou a que deixássemos de frequentar a sua casa, muito por culpa do comportamento desta, que mostrou uma vontade de estar sozinha. Contudo, a minha mãe, cumprindo os seus deveres de assistência, continuou a visitá-la,e a auxiliá-la, diariamente. Passados uns meses, já durante o verão deste ano, a minha avó materna bateu à porta de nossa casa, afirmando de que tinha um assunto urgente a tratar com o meu pai. Foi então que começou a fazer-lhe uma série de acusações em tom bastante agressivo, reproduzindo o conteúdo de muitas das coisas que a minha mãe andara a dizer até então. Daí que sou levado a suspeitar que a minha mãe continuou, durante esse período, a "desabafar" com esta, por muita que tenha negado tal facto.
Todos estes novos desenvolvimentos levaram a que a minha avó vetasse a ida de qualquer pessoa chegada da família (nomeadamente, a minha mãe e o meu tio) a sua casa, recorrendo a uma vizinha (estranhamente, a mesma de cuja casa a minha mãe fez a chamada para os funcionários...) para a auxiliar nas tarefas diárias. Ao mesmo tempo, fez uma série de chamadas telefónicas para vários familiares meus (do lado materno, os quais acho muito suspeito não se terem inteirado do estado mental da minha avó aquando das chamadas efectuadas), aparentemente dizendo-lhes que tinha sido abandonada pelos seus enteados, tecendo também considerações sobre a situação do meu pai. Ao mesmo tempo, saiu várias vezes de casa (tendo em conta de que se trata já de uma pessoa octogenária com dificuldades de locomoção), afirmando depois à minha mãe e ao meu tio de que tinha alterado o seu testamento, com vista a deserdá-los, e de que já o tinha feito. Estranhamente, a vizinha que estava agora a tomar conta da minha avó veio informar a minha mãe de que poderiam haver "pessoas" a aconselhar mal a minha avó, esperando poder auferir benefícios testamentários futuros.
Perante este novo cenário, tanto eu como o meu pai julgamos que uma solução para o problema da minha mãe passaria pela solução do problema da minha avó. Por isso apelamos tanto ao meu tio como à minha mãe no sentido de falarem com o maior número de pessoas que tivessem em contacto com a minha avó, incluindo familiares que esta contactou e vizinhos, no sentido de se proceder a "limpar" o bom nome de nós todos perante terceiros, de forma a que se explicasse de que aquela idosa não tinha sido abandonada à sua sorte. O meu tio, mais uma vez demonstrando uma percepção completamente desacertada dos problemas, defendia o contrário, de que não se devia falar com ninguém, de que o que importava era tanto ele como a minha mãe estarem de consciência tranquila de que não tinham procedido mal. A minha mãe, de início, também chegou a defender esta opinião, até que tive que a confrontar directamente e fazê-la ver os riscos e consequências legais de acontecer algum potencial acidente doméstico fatal à minha avó, enquanto sozinha em casa. Sendo que a minha mãe vive na casa anexa à da minha avó, incumbe-lhe o dever de assistência (situação diferente da do meu tio, que vive relativamente longe), sendo que, não estando terceiros informados da verdade, poderíamos até incorrer numa acusação de homicídio premeditado. Uma conversa posterior com o advogado nosso amigo fez a minha mãe finalmente mudar de opinião. Contudo, o meu tio continuou a oferecer resistência e a recusar encontrar-se com os familiares para os quais a minha avó ligou.
Este impasse tem-se arrastado até aos dias de hoje, vendo-se o meu pai obrigado a aproveitar uma ida de um desses familiares, por motivos profissionais, ao seu local de trabalho, para lhe contar, em seu nome, as verdadeiras questões do problema envolvendo a minha avó, defendendo o bom nome da minha mãe e do meu tio. Isto ocorreu na última 6ª feira à tarde. Nessa noite, quando chegámos a casa, encontramos a minha mãe a chorar, negando que estivesse assim por causa de ter ido falar com a minha avó ou por causa do assunto envolvendo a tal funcionária. Não acreditei nem numa palavra.
Até que, no domingo de manhã, quando nos preparávamos para sair de casa para passarmos o feriado na terra do meu pai, e aproveitando o facto de o meu pai estar nervoso por já estarmos atrasados, havendo uma troca azeda de palavras, a minha mãe começou de repente a afirmar, em voz alta, de que já estava farta de toda aquela situação e de que nunca mais iria para fora com o meu pai. Já no carro, seguiu-se uma discussão violenta durante toda a viagem,na qual também me vi forçado, por puro desespero, a intervir de forma acalorada. A minha mãe voltou a repetir todas as falsas acusações que tinha vindo a imputar ao meu pai, afirmando agora "estar disposta a tudo" e de que o melhor era "seguir cada um para seu lado", afirmando haver "danos irreversíveis", repetindo que só a justiça divina lhe iria dar razão. Chegados a casa na terça à noite, voltou-se a instalar o mesmo silêncio podre e pesado entre os meus pais (devido ao facto de a minha prima estar presente), afirmando a minha mãe, após aquela se ter ido deitar, o mesmo que tinha dito no domingo.
Só estou a escrever isto, e não sei bem porquê, por já estar no limite das minhas forças. Prefiro esconder-me no anonimato, pois tenho vergonha de contar tudo isto que tenho passado a amigos meus (o que me tem levado a evitar estar com eles o máximo possível). Precisava urgentemente de desabafar esta porcaria toda que anda cá dentro, e procurar ajuda para a minha mãe, a qual tem recusado, até ao momento, qualquer ida a psicólogos/psiquiatras. Se alguém me puder aconselhar algum princípio de solução a recorrer, agradecia. Confesso que estou completamente desorientado, e tudo isto me tem afectado bastante em todos os capítulos. Só penso em ir viver o mais longe possível de casa, mas falta-me a independência financeira para o fazer, contudo, se a situação persistir, nãome resta outra alternativa.Tudo isto temendo seriamente, e todos od dias, pela saúde do meu pai. Temo que tudo isto vá ser demasiado para ele, e ele tem aguentado coisasinimagináveis Desenvolvi um ódio profundo por muitas pessoas que considero que, longe de estarem a ajudar, estão a piorar a situação de dia para dia. Não me sai da cabeça que andam terceiros envolvidos apostados em arruinar tudo. Tudo isto tem sido um veneno, e começo a acreditar que talvez o divórcio seja a melhor solução. Tudo isto necessitava de um processo doloroso de reconciliação, mas não vejo maneira. Se alguém conhece conselheiros matrimoniais, psicólogos onine, ou sem ser online, ou outros meios, agradecia.
Mas que história mais complicada, caríssimo Eu.
Não sendo psicóloga, mas sendo talvez um pouco mais velha, só lhe posso dizer que se emancipe e que arranje uma namorada a sério. Tente procurar um trabalho. Não deve ser muito difícil, uma vez que frequentou pelo menos o 4° ano de Direito.
Preocupe-se mais consigo e deixe os seus pais com os problemas deles. Procure fazer a sua vida noutro lado sem contudo os abandonar por completo. Vá vê-los de vez em quando e deixe-os com os problemas deles.
O procedimento da sua mãe é como o de todos as pessoas ciumentas. Um dia discutem, no outro dia fazem as pazes e assim sucessivamente. Se a sua mãe tem ciúmes é porque gosta do seu pai.
Quanto à funcionária que a sua mãe detesta, tem a certeza que a sua mãe não tem razão? Costuma dizer-se que não há fumo sem fogo. Talvez tenha sido uma antiga namorada, uma antiga amante ou a "segunda" do seu pai.
Talvez não seja má ideia a sua mãe recomeçar a frequentar a casa da sua avô, por duas razões. A primeira, é que a idosa precisa certamente de apoio e a segunda é que se a abandonar pode também dizer adeus à suposta herança.
Eu nunca abandonaria a minha mãe ou mesmo uma madrasta se a tivesse e também não deixava que outros ficassem com aquilo que me poderia um dia pertencer.
Viva a sua vida e deixe os seus pais viverem a deles.
Psiquiatra não ajudou, Psicologo tambem não, farmacos aos montes, não aguento mais isto!!!!! não há ninguem com quem trocar sensações que estejam a passar pelo mesmo?? só ajudam os alcoolicos, drogados, e nós?????!!!!! Esta doença mata lentamente e afasta-nos do mundo da familia da vida de tudo, eu quero morrer mas tenho um filho...... podia haver um grupo de pessoas com o mesmo problema p se ajudarem, falarem, quem não tem depressao não entende nada de nada!!!!
Umas dicas:
Se está "solteira", arranje um namorado e divirta-se.
Se está casada e o marido está na origem da depressão, "rife-o", procure ajuda numa instituição especializada, leve o seu filho, arranje um namorado e esqueça os problemas.
Se a depressão está na falta de trabalho, a coisa está mais complicada, mas mesmo assim, faça o que estiver ao seu alcance para ganhar dinheiro, desde que seja um trabalho sério.
Se está só com o seu filho, sem trabalho e sem casa, peça ajuda em instituições de apoio a mães solteiras e depois, na junta da freguesia talvez tenham assistentes que a possam encaminhar.
Pouca gente gosta da vida que leva, mas apesar de tudo a vida até pode ser bela e todos temos que aguentar, porque como muito bem diz, há quem dependa de nós e precise que continuemos a viver por eles e para eles, durante muitos anos.
Nunca mais diga que quer morrer, não tem esse direito.
Eu fiquei c/depressão pela faltaapoio familiar,desde de meus16 anos,umas pessoas deminha famíliafalam qsou preguiçosa, e, seiláo q+,tenho vergonha de por,enfim, me rejeitam pelo q 'alguém' inventou q sou :preguiçosa,trato meus pais mal,etc...O pior é q falaram isso praquem eugosto...Mas ñ foi só praele,foi p/tantos quanto seugostei na vida; resultado? Não consegui namorar nenhum deles,nem fik,nem seramiga, pois eles me evitavam...Até msm 'amigos' evitavam...Me senti só,já qñ tenho amigospra me divertir,pior,ñtenhoquemgosto comigo, aliás, nuncative,porque sempre eles tem qatrapalhar, e, as pessoas q nos invejam, se aproveitam da situação....Passei anos e anos na tristeza, hj, sempre q melembro, choro...Enquanto eles estão felizespor me verem assim: sozinha,ñ trabalhando no qgosto,enfim,ñ sendo realizada na vida...
Agradeço à Deuspor tudo q Ele faz,pois Ele ñ tem nada`verc/isso, muito pelo contrário,Ele nunca desampara um filho seu...Tenho sentido isso....Mas, como todoserhumano,não soude ferro, sintofalta de companheiros, namorado ou até msm fiknte, mudeid e opinião sobre coisa séria,e,ao msm tempo, quero alguém sério....Eu sou infeliz, procuro fazer o q é certo,msm diante de tantas calúnias,às vezes,dá atévontade de errar,mas,não consigo...Nunca namorei sério,quero serfeliz,e,ainda ñ me entreguei pra ninguém,e, tenho 32 anos...É pelo fatode ser evangélik,q tenho esse pensamento...Tem genyte q fala q gosto de homens casados, falam q sou fgalinha...Sofro demais c/isso,comotem gente q se aproveitade nossafragilidade,e, só pqfiquei c/algum rapaz,afinal,ñ souide ferro,preciso de carinho,ñ fui pra cama, mas, me tacham como galinha...
Como eu gosto de homens casados?Se eununca namorei sério,nem de brincadeira,e,meusonho é um diapoder ser feliz...Se os rapazessão difíceis quererem alguém sério,ainda mais, alguém qfik c/todo mundo...
Eu ñ sou assim,se ñ acho q seria + feliz,pois vj mulheres q fikmc/todo mundo,por incrível qpareça,acompánhadas,mulheres q já colocaram chifres nos maridos tb acompanhadas...É, acho q ser feliz hj é fazer o q quiser...Sendo assim,jamais sereifeliz,pois ñ me sentiria bem...Mas, ainda tenho esperanças,pois acho q existem homens q aindaquerem uma mulher q gosta do q é certo c/eles....
O q me deprimetb,é o fato de ver pessoas q jámataramforam presos,saíram, c/namorada,sendo felizes...Fico pensando se realmente um dia eu saberei o q é ter nsamorado...Enão sinto mais falta da 'família',de tantoq eles aprontaram, perdi o amor por eles,só sinto desprezo,e, se eu fizer algo errado,q,talvez vá prejudicá-los,ñestounem aípro sofrimento deles,e de outros envolvidos c/eles,e muito menos se eles vão achar errado,ou seja,ñ seis eisso é raiva,masparece q realmente me tornei o q eles tantofalavam qsou::uma pessoa má,q ñ temsentimento,q tem inveja....Primeitro q detesto inveja,já sofri porque pessoas invejosasme atrapalharam feio,e,ñ tenho prazerem veralguém triste.....
Mas,quanto às pessoas q sempre me prejudicaram eu tenho prazer de ve-los tristes,principalmente se eu for o motivo quem causoupra eles fikrem assim...Não sei se é porque isso sempre aconteceu comigo,q me tornei assim....Mas somente pras pessoas q me afetaram,pra quem ñ me fez nada,ñ tenho motivos para afetá-los,ou seja,dar o troco...
Ja alguns anos que ando com uma depressão, tem vezes que fico melhor como fico pior e so a um ano é que resolvi pedir ajuda. Foi-me receitado uns antidepressivos os quais estou farta de tomar pois sinto que não tenho melhorias, so me fez engordar e tirar a ansiedade. Sinceramente estou farta dos medicamentos, se alguem souber de algum tratamento ou que tenha feito algum sem medicação agradecia que me dissessem.
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Olá boa tarde! Tenho 27 anos e 3 filhos uma com 9,outro com 4 e outro com 1 ano.... Ultimamente não tem sido nada fácil estou desempregada pois se for trabalhar não ganho para as despesas de amas e de a.t.l e ainda tiro do ordenado do meu marido.... Pois nunca estive desempregada tanto tempo o que esta a levar me a loucura... Ha 3 meses para cá que me sinto com dores por todo o corpo principalmente cabeça e costas, irritabilidade, uma tristeza profunda.... Tenho 1,59m e so peso 43 kg sinto me envergonhada pois sinto me um esqueleto andante não consigo comer ando sempre super mal disposta!!!!! tem dias em que já não digo nada ao meu marido por vergonha de ele poder achar que sou uma velha de 99 anos com as dores todas.... Ja fujo dele pois eu já não gosto de mim e sinto que ele também esta a deixar de gostar.... Pois no fundo e mentira eu tenho um marido incansável espectacular..... So que se eu não me sinto bem não tenho coragem de estar ao lado de quem quer que for.... só me sinto bem longe de tudo e de todos e principalmente se eu estiver a dormir.... Tenho medo de ir ao medico e ele receitar comprimidos eu tenho 3 filhos e não posso tomar antidepressivos penso que isso possa afectar na educação e no acompanhamento aos meus filhos... Mas depois penso que eu estando assim também não e uma boa forma de estar ao pé dos meus filhos.... sinto me impotente... preciso de ajuda e não sei o que fazer....
Olá eu sou esposa do adolfo e sou doente bipolar desde 2005, mas já tenho depressão desde 1996. Faço uma vida normal, apesar de por vezes ter as minhas recaidas,gostaria muito de ajudá-la, assim como eu já precisei quando me encontrei na fossa. Amiga a depressão, quando não tratada como deve ser pode dencadear outros problemas psicologicos que foi o meu caso, mas hoje graças á ADEB(Associação dos doentes depressivos e bipolares) e á medicação que tomo diariamente para controlar as oscilações de humor, até esqueço que aquele CANCRO do passado agora é mais fácil de ultrapassar. Se precisar de uma psiquiatra boa também lhe indico, pois se não fossse ela, hoje já aqui não estaria, pois tentei o suicidio 5 vezes até os pulsos cortei, fiquei sózinha. Mandaram-me em 97 para o julio de matos onde lá não fazim outra coisa em me dar drogas, mas nada, para restabelecer a serotonina. Dormia constantemente e os problemas eram cada vez maiores até que um dia(AGRADEÇO A NOSSA SENHORA) me manram ir a essa psiquiatra e levar tudo que estava a tomar.O certo porém é que ela retirou-me toda aquela droga que estava a tomar e com apenas tres medicamentos passado um mes eu sorria e a minha alegria de viver voltou com muita intensidade.
Com isto quero dizer que não prescindo de ir de vez em quando ´ADEB quando estou mais em baixo,pois com o tempo de espera a minha depressão tornou-se crónica, mas sou feliz. Tenho carradas de livros em casa que me ajudaram a lidar com este problema, que ao fim ao cabo não se vê , mas dói muito interiormente. Estou ao seu dispor quando quiser desabafar amiga e PENSAMENTOS POSITIVOS e aprenda a viver um dia de cada vez, porque o nosso mal é sofrermos antecipadamente e também pensarmos muito. Um beijo grande e força.
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