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Os portugueses querem mais bem-estar, que exige mais dinheiro, logo maior dedicação à carreira. Nas duas últimas décadas, os jovens deparam-se invariavelmente com o mesmo ciclo vicioso. Terminada a licenciatura, têm pela frente um par de anos de estágios mal ou nada remunerados, eventualmente um interregno de outro par de anos de desemprego, lá acedem à profissão, compram casa e carro, ficam presos às dívidas e sem margem para partilhar o que sobra com qualquer novo elemento da família, e quando dão por ela é tarde demais para ter filhos. Este panorama é agravado no caso das mulheres, que ainda têm que superar as desigualdades no acesso ao mercado de trabalho, as diferenças salariais e a dificuldade de acesso a cargos de chefia.
http://sociedade-civil.blogspot.com/2007/09/filhos-ou-carreira.html
O video está aqui: mms://195.245.176.20/rtpfiles/videos/auto/scivil/scivil_1_28092007.wmv
Julgo ter uma maneira de pensar algo... pouco convencional.
Adapto-me a qualquer situação e se tivesse que escolher entre a familia e a carreira, optava pela familia.
Julgo que se existe um horário de trabalho o mesmo deve ser para cumprir e não para ultrapassar o mesmo.
Dentro do horário, estou lá para trabalhar. Quando são horas de ir para casa, começa a hora familiar.
Pode existir flexibilidade, claro mas dentro do limite. Não fazer disso o dia a dia...
Nem sequer se devia colocar isso em questão... Odeio lugares- comuns e sinceramente, está na altura de se começar a educar as crianças, adultos do futuro, que para se ser reconhecido na profissão não precisamos de fazer horas.
Devemos cumprir o horário e depois, preocuparmo-nos com a vida familiar.
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