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Boas
Tenho uma menina de 7 anos e embora seja uma criança muito doce tem alturas em que não sei como devo proceder.
É filha única mas não é mimada. Fazemos questão de lhe impor regras e limites explicando o porquê de tudo.
E julgo ter uma excelente relação com ela mas de há uns tempos para cá parece existir necessidade de se impor a tudo quanto dizemos ou fazemos.
Somos uma família em que tudo se "discute". Tudo o que se sente, seja bom ou mau, é debatido e não quero sentir que a estou a perder aos poucos e que se vai fechando em si, já não tendo confiança nos pais...
Eu sei que é inevitável algum afastamento mas o que poderei fazer para que não seja todo?
Por vezes, digo a brincar que já está na pré-adolescência mas quando revira os olhos, quando eu ou o pai a estamos a ajudar nos TPC ou a dar-lhe uma ajuda ou mesmo a brincar, fico sem saber como reagir...
Devemos continuar a seguir o que o coração nos dita? Será que o caminho continua a ser o de falar com ela quando nos enfrenta?
Eu tenho sempre uma máxima na minha cabeça que é a seguinte:" Não te esqueças que tu já foste da idade dela mas ela não passou pela tua" e tento agir de acordo.
Confesso que temos conseguido "levar a água ao moinho" mas não sei se daqui para a frente as coisas continuarão a ser assim...
Existem, por aqui pais com as mesmas dúvidas? Ou adolescentes que nos possam dar o reverso da medalha... Sempre nos podemos ajudar uns aos outros, certo? ;)
Conselhos precisam-se e agradecem-se:)
Não o/a consigo ajudar, pois nunca fui pai. Mas deixe-me que lhe dê os parabéns pela preocupação com a educação da sua filha, infelizmente parece que vai sendo algo cada vez menos comum! Espero que apareça aqui alguém a ajuda-lo/a.
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Obrigado CSJ.
Tanto eu como o meu marido tentamos fazer o melhor que podemos e sabemos mas existem alturas que... Temos dúvidas! :)
Antes de sermos amigos temos que ser pais e eu quero que isso prevaleça... Não quero cair na asneira de ser ou demasiado benevolente ou demasiado autoritária.
Seguir o bom senso, nem sempre é fácil...
E quando a castigamos por algo que achamos ser merecido, ao olhar para aquela carinha... Valha-nos deus! :D
O curioso é que embora os castigos sejam dados de comum acordo, o meu marido é o que tende a "quebrar"...
Mas obrigado CSJ pelo comentário e tentativa de ajuda ;)
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